terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Primeira etapa - c'est fini!

Lembram quando eu contei sobre o meu primeiro dia de aula no CUEEP? Parece que nem faz muito tempo, né?... Pois é, já acabou!!!

Sexta-feira, dia 22/01, foi meu último dia de aula no grupo C1. Na terça anterior fizemos nosso exame final e na sexta recebemos nossos resultados - Um belo 84.5/ 100 pra mim.
Fiquei bem contente e orgulhosa com minha nota e meu certificado, que por sinal, chegou hoje pelo correio.



Nesse fim de semana que vem por aí, farei meu exame oficial do DALF (http://estelanafranca.blogspot.com/2009/10/palavre-e-dividia.html). Esse promete ser bem mais complicado, mas estou confiante. Torçam por mim!!!

A próxima etapa de estudos (ainda não decidida) começa só em março. Fevereiro é mês de férias, até pra mim! Terei minha primeira semana de férias, com direito a uma viagem muito esperada - mas isso eu conto outra hora!

Mais importante que isso, hoje é aniversário da minha Maman!! Essas datas são complicadas, a gente tem muito mais vontade de estar por perto, mas mesmo de longe eu estou feliz. Feliz porque ela está comemorando mais um ano de vida com saúde, feliz, perto de tanta gente que amamos e que a amam também. E ainda, está entrando num ano que promete ser muito bom, cheio de conquistas e sonhos realizados.
Mami, já te disse hoje, mas nunca é demais: Ti AMO muito e te desejo o que há de melhor nesse mundo! Morro de saudades do seu colinho!!


Pra comemorar meu certificado e o aniversário da minha mãe, eu e a família Sagot fizemos um brinde antes de jantar, desejando santé, bonheur et succès a nós duas!
É isso aí - que os deuses do brinde nos ouçam!

Um beijo enorme - mas dessa vez é só pra minha mãe!!!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Obrigada, mais 24 horas.

Como eu já comentei algumas vezes, cuidar do peso estava difícil por aqui. Eu tentei algumas estratégias mas maneirar na comida e fazer ginástica com a terceira idade não estavam sendo suficientes. O resultado foi que na semana de Natal, eu tomei coragem e enfrentei a balança. Ela olhou pra mim, eu olhei pra ela e a briga começou.
Eu pensei comigo: Fácil, além de ser muito mais forte que ela (e pelo que ela mesma me dizia, naquele momento eu estava mais forte ainda!), eu tinha uma vantagem na luta: braços e pernas - podia bater e correr.
Pensei por alguns instantes e, mesmo que meio na dúvida, resolvi ser razoável, afinal a culpa não era da pobre balança. O que, obviamente, não tirou minha vontade de vencer.

Quem me conhece bem sabe que eu já tive uma briga dessas num passado recente, e sem usar da violência, saí vencedora; com medalha e tudo. Era hora de usar as mesmas armas: meu querido amigo e vigilante - o Vigilantes do Peso.

Expliquei pra famille que não podia continuar me alimentando como eles, argumentei de diversas maneiras, e eles acabaram por concordar com o meu novo regime alimentar depois de decidir que a comida deles é muito mais rica e por isso meu corpo não tinha se adapatado. Mais uma vez influenciada pelos graus negativos do lado de fora, parei a discussão dando à eles a razão, afinal não é mentira, a comida deles é mais rica - em gordura.

Munida do meu livrinho 'Semana 4' que vem com a lista de pontos e da calculadora pra produtos industrializados, fiz (e continuo fazendo a cada sexta) uma lista de supermercado baseada no cardápio da semana, e passei a cozinhar diferentemente pra mim em todas as refeições. O resultado se dá a cada segunda feira de manhã, quando eu enfrento novamente a balança e venço cada batalha - posso estar errada, mas tenho a impressão de que até ela já está torcendo pela minha vitória.

O surpreendente dessa história não está nos 2.400 kg perdidos em três semanas, isso eu só citei mesmo pra me gabar um pouco já que todo mundo sabe que a modéstia não é lá meu forte! A surpresa foi que eu criei um vício num alimento zero pontos que eu nunca imaginei: a beterraba!

Eu sempre gostei de beterraba, não vou negar. Acompanhando uma saladinha verde - delícia. Mas agora o negócio é diferente. É uma certa dependência. Eu abro a geladeira no meio da tarde pra pegar alguma coisa pras crianças e vejo meu pote de beterrabas picadas dando sopa. Eu não resisto, é mais forte que eu - pego um garfo, dou uma bela garfada e guardo o pote de novo... mas aí eu fico com aquele gostinho de 'quero mais' na boca, volto pra geladeira, encho uma tigela de sobremesa e devoro, como se fosse um manjar dos deuses.
E o pior nem é isso. É quando acaba - lá vou eu pro mercadinho de Lesquin atrás do meu quitute roxinho pensando "Acho que não faz mal se a Jeanne tiver que esperar uns 10 minutinhos a mais na escola". E vocês sabem né?! Quando a gente coloca essas coisas acima da necessidade das nossas crianças é sinal de que o negócio está sério mesmo.

Mas querem saber como eu realmente enxerguei que precisava de ajuda?
Ontem, entre almoço, lanche da tarde (sim, lanche da tarde) e jantar, eu comi cinco beterrabas. Elas não eram grandes, mas eram cinco. Eu não preciso entrar em detalhes, acho que vocês conseguem imaginar por si próprios a minha reação ao ver meu xixi colorido algumas horas depois...

Hoje eu não comprei mais, resolvi provar pra mim mesma que eu posso viver sem ela - lá se foram as primeiras 24 horas. Dizem que é a parte mais difícil da cura, e eu consegui.

Obrigada, mais 24 horas.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Balanço dos últimos quatro meses

Pois é, hoje faz quatro meses que eu cheguei na França e me instalei chez la famille Sagot..
Não dá pra ver, nem pra entender, onde esse tempo todo se escondeu tão rápido, já que nem o vimos passar. Porém, dá pra ver o que ele fez por mim..
Dá pra ver, por exemplo, o que eu aprendi.
Aprendi que a distância física é muito mais capaz de nos aproximar de quem amamos do que de nos afastar;
Aprendi que receber um beijo no rosto, mesmo dado meio de lado, quando a gente chega em casa no fim do dia, faz toda a diferença;
Aprendi que nossos amigos são nossos amigos onde quer que a gente ou eles estejam;
Que cada um tem a sua maneira de se importar, ou demonstrar interesse.
Aprendi que colo cura dor, que fazer lição de casa não pode esperar só mais quinze minutinhos, que é uma delícia brincar no banho, mesmo que não seja você dentro da banheira e que a gente pode ser meio mãe ou pai de alguém mesmo sem o ser de verdade, só é preciso se importar tanto quanto.
Percebi o quanto irrita pedir todos os dias pra alguém colocar o guardanapo no colo, sentar direito e dizer obrigado depois de ser servido, mas que é muito mais gratificante no dia que ele faz tudo isso sem ser lembrado;
Que mãe é mãe, pai é pai, irmão é irmão, babá é babá e todo mundo pode ser um pouco do outro se estiver disposto a amar;
Aprendi que quando parece que o mundo vai acabar do lado de fora, você só precisa conseguir chegar no fim do dia, sem pensar se tudo ainda estará lá amanhã de manhã;
Aprendi que nem todo francês é mau humorado, nem todo estrangeiro é turista e que nem todo mundo acorda disposto a ser educado com você;
Entendi que aqui todo mundo sabe que a Copa do Mundo de 1998 foi roubada, mas isso não tira de ninguém o orgulho de ter vencido o Brasil; e que quando se está na casa dos outros, é melhor fingir que você não sabe de nada e dar o mérito a eles - principalmente se faz menos dez graus do lado de fora e você não pretende dormir na rua;
Que francês odeia inglês e americano, mas te responde na língua dos inimigos assim que percebe que seu sotaque não vem daqui.
Aprendi que, às vezes, um gaufre quentinho vale mais a pena do que pensar na balança, mas que a palavra mais importante dessa frase é "às vezes".
Aprendi porque eles são conhecidos por seus pães e croissants, mas não consigo entender porque (dizem por aí que) as mulheres francesas não engordam;
Aprendi a falar francês, inglês, espanhol, português, francênhol, portucês e francenglêis.
Que a Europa é primeiro mundo, é realmente linda, mas também é cheia de defeitos, de probreza e de violência. E isso me fez amar ainda mais o meu país.
Aprendi que a falta é muito menor que o amor e que é impossível tirar da cabeça o que está no coração;
Como é ainda maior o valor de um e-mail, de um comentário, de uma piada ou de um elogio que vem de longe;
Que as pessoas que realmente se importam se fazem presentes mesmo a dez mil quilômetros de distância;
E que eu poderia estar vivendo num buraco lá na Conchinchina, mas ainda assim eu teria a melhor família e os melhores amigos do mundo.

Eu acho que já valeu alguma coisa, né!?

Une great semana for ustedes!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Engraçado, né?!

Segunda feira, 11:20h da manhã, hora de sair pra buscar a Jeanne na escola.
Lá vou eu, enfrentando um frescor de sete graus negativos (com sensação térmica de -10). Chego na porta da classe e a professora me surpreende com a notícia: a Jeanne não está muito bem, está com dor nos lados. E logo em seguida, ela aparece, chorando como louca e pedindo colo.
Eu, super preocupada, peguei ela nos braços, perguntei o que tinha acontecido. Entre as lágrimas ela me dizia que a dor começou do nada...

E.: - Mas, me mostra de que lado está doendo..
J. (apontando o lado esquerdo): - dói muuuuito, liga pra minha mãe, liga pro meu pai, eu não estou aguentaaaando..
E. (com muito frio e 14 kg nos braços) : - Calma, já vamos chegar em casa e ver o que está acontecendo..
J. (debulhando-se em lágrimas): Mas, falta muito? Vai mais depressa.. (x5)
E.: Eu não consigo andar mais depressa que isso com você no colo ma chérie, vai um pouco no chão e tenta andar pra eu ver..
J. (no chão, totalmente encurvada, chorando a 140 decibéis*): Nãooo dá, j'ai troooop maaal..
E. (Ok, ok): Já estamos chegando..

Uns 3 minutos depois, entramos em casa. Coloco ela no sofá e tiro seus sapatos...

E. (já pensando se uma ambulância chegaria aqui mais rápido que os pais dela): Mostra pra mim onde está doendo..
J. (parando de chorar e apontando o lado direito): Você pode ligar a télé, s'il te plaît??
E.: Ué, não era do outro lado?
J.: ãããn...Ouuuiiii (voltando a chorar)..
E.: Tá, fica aí assistindo desenho enquanto eu vou buscar meus braços lá no meio do caminho...

C'est pas facile!!!



* Créditos para Cinthia Quartarolo!!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Relatório das últimas semanas

Sejam bem vindos ao meu primeiro post do ano! Embora ele ainda fale do ano passado, eu espero que os momentos de aventura, alegria, aprendizado e paz contados aqui hoje, sejam um aperitivo do que está por vir em 2010!

Como são muitas coisas pra contar, vou dividir em tópicos, assim cada um lê só o que quer saber!

NATAL

Posso caracterizá-lo como surpreendente, já que acabou sendo melhor do que eu esperava.
Tivemos um ótimo jantar, além da famille Sagot e eu, recebemos mais uma família de primos do Pierre muito simpática. Os pais são super interessados no Brasil, o que gerou assunto pra quase a noite toda. Toda a festa foi regada a vinho, champagne e comida. Após o aperitivo com pão surpresa, pistaches e batata chips, passamos à mesa. De entrada fois gras e pão com figo, seguidos de um prato de carne de veado e bouche glacée como sobremesa - um tipo de bolo de sorvete.
Enquanto as crianças jogavam futebol no computador no andar de cima, e os adultos tomavam um licor digestivo na sala, o bom velhinho deixou alguns presentes na garagem. As crianças, que tinham passado a semana toda perguntando quando ele passaria, não queriam descer de maneira alguma pra ver seus presentes, o Julien porque estava ganhando aquela partida e a Jeanne com medo que o Papai Noel ainda estivesse na casa! Mas, depois de convencidos a descer, acabaram adorando o que ganharam: uma bicicleta pra Jeanne e jogos pro Julien.
Aparentemente, eu fui uma boa menina esse ano, porque eu também fui presenteada com um pacote de bombons e um Vale Curso de Ski!
Por volta das 2:30h da manhã, eu pedi licença pra me retirar e poder passar a meia-noite brasileira com a família pelo skype. Mesmo que a conexão não estivesse das melhores, consegui ver e falar com todos que estavam reunidos na casa da minha tia. Mesmo de longe, consegui fazer parte do Natal deles também, foi muito gostoso!

VIAGEM À SAMOËNS

Foi engraçado observar tudo, desde o começo. Em uma viagem de 9 horas de estrada foi necessário parar algumas vezes. Me diverti nos lugares em que paramos, é muito nítido que todas as pessoas estão indo praticar esportes de inverno. Todos com seus casacos e botas recém saídos da Decathlon (eu quase conseguia diferenciar os preços e lojas, de tantos catálogos que tínhamos recebido em casa, com todos aqueles modelos estampados). Famílias completas que iam desde avós até bebêzinhos, que aparentemente já nascem esquiando pra fora do útero da mãe! As brigas e reclamações típicas de criança no carro, muito sono, música pra todos os gostos e paisagens lindas.
Na chegada a Samöens, depois de um pouco de dificuldade pra encontrar o hotel, mais uma surpresa. Eu, que imaginava um hotel NA montanha, desses que você sai na varanda do seu quarto e vê neve pra todo lado, está rodeado de pessoas sempre bem vestidas em seus grandes casacos de frio e precisa dar no máximo dez passos pra estar na pista de esqui, me surpreendi com um hotel estilo hotel fazenda, trêz vezes menor, em que você mesmo carrega suas malas, varre sua quarto e tem que acordar cedo se quiser sentar no ônibus que te leva pro pé da montanha, onde se encontram os teleféricos. Nem preciso dizer que metade das roupas que eu levei nem saíram da minha mala, já que só se usam as roupas de ski durante o dia, e a noite as pessoas estão cansadas demais pra se arrumar. Mas, não entendam isso como uma crítica. É um dos lugares mais aconchegantes em que já estive, e com um pessoal que te recebe de braços e coração aberto. O problema é com a minha imaginação que vai longe demais!
O vilarejo é bem bonito, todo rodeado de montanhas e bem preparado pra receber os turistas. Pra quem não esquia não restaram muitas outras opções, já que choveu muito e nevou também. Mesmo pro esporte as condições não eram das melhores, mas isso não impede ninguém, já que eles esperam o ano inteiro pra estar lá.
Foi muito legal porque tudo é muito cultural. Eu me senti totalmente inserida nos hábitos franceses.

ESQUI

Taí um esporte que pede que se tenha colhões pra participar! Eu cheguei super empolgada, achando que eu terminaria a semana descendo as pistas mais íngremes em tout chou. Mas é claro que não. Eu senti e superei muito medo.
As pistas são dividas em verdes, azuis, vermelhas e pretas de acordo com a sua dificuldade. Nos primeiros dias eu caí muito nas pistas verdes, e tive um medo que eu nem sabia que existia dentro de mim! Mas ao mesmo tempo eu também estava curtindo muito aquilo e não queria parar. Então, fui superando meu medo aos poucos, e na sexta feira, último dia de curso e quando somos avaliados pelos instrutores, passei meu exame numa pista vermelha, sem cair nem uma vezinha, com um grande sorriso no rosto! A famille Sagot ficou super orgulhosa em me entregar meu certificado de primeiro grau de esqui! E eu então, nem se fale.



OUTROS ESPORTES DE INVERNO

Além do esqui, pude brincar um pouco na Luge da Jeanne e fazer uma Sortie en Raquete - eu explico.
A Luge é uma espécia de esqui bunda, só que muito mais gelado já que é feito na neve e a gente não termina na água embaixo de um calor de 40 graus. A idéia é usar um freio pra brecar no fim da pista, mas eu posso jurar que ele não funciona! Então todo mundo usa o pé mesmo! A maioria dos pais deixam seus filhos pequenos fazerem sozinhos, e todos eles caem, choram e pedem mais. É divertido, mas enjoa rápido!!!
A Sortie en raquete, é um passeio que a gente faz no meio de alguma floresta. Pra não escorregar na neve, usamos as raquetes, um negócio bem parecido com uma raquete que a gente encaixa no sapato pra ter firmeza e poder andar sem problemas.
Subimos e descemos uma montanha observando as árvores e pegadas de animais existentes ali. Também é legal e interessante e vale ainda mais a pena pelas paisagens que são lindíssimas.














REVEILLON

A comemoração começou às 19h, no centro de Samoëns onde a prefeitura ofereceu uma queima de fogos. A famille não quis assistir, então eu fui sozinha. Confesso que a princípio me senti meio solitária demais, mas estava achando tão engraçado o fato dos fogos serem às sete da noite, que acabei esquecendo do resto. A queima foi linda e durou um tempo suficiente pra eu pensar em tudo que ficou pra trás e eu queria que se explodisse ali no meio e tudo de bonito que vem pela frente! No final, todos os monitores de esqui acenderam suas tochas e saíram em desfile pra uma outra praça da cidade, seguidos de toda a multidão, onde ofereceram um copo de vinho quente pra todos, que por sinal, caiu muito bem com aquele friozinho.
Depois, aperitivo no hotel, seguido do jantar para os adultos que durou horas! As crianças tinham uma festa separada.
Entre um prato e outro, uma banda formada por um cantor, um guitarrista e um violinista, tocavam as músicas mais famosas de Francis Cabrel. Faltando um pouco pra meia noite, o Joseph, um lindo responsável pela animação do hotel (infelizmente não pela minha hahaha), distribuiu nas mesas alguns sacos plásticos que tinham chapéus, serpentinas e afins, e depois subiu no palco pra contagem regressiva.

Pela primeira vez desde que cheguei aqui, o Pierre e a Valèrie me comprimetaram com um beijo no rosto, desejando feliz ano novo!! Partindo daí, a festa começou. O pessoal do restaurante subiu nas mesas pra dançar, depois afastaram tudo pra que a gente pudesse fazer o mesmo. Foi bem divertido, dançamos bastante..mas, como sexta é dia de exame no curso do esqui, todo mundo foi dormir cedo pra estar bem preparado no dia seguinte!

Aqui, não existe a superstição de cores de roupa pro ano novo, mas eu não queria abrir mão disso. Na dúvida do que esperar pro meu ano, escolhi o laranja: cor do sucesso e das boas energias. E é isso também que eu desejo a todos vocês: Seja qual for o seu objetivo pra 2010, eu espero que você alcance com sucesso e boas energias!

Gros Bisous!!

PS1: Eu realmente espero que alguém leia tudo isso, porque eu demorei quase duas horas pra escrever tudo..
PS2: Eu espero que esse alguém nunca seja o Joseph...